AMAZÔNIA DAS ARTES 2014

Veja programação completa

SESC AMAZÔNIA DAS ARTES

12 a 22 /08 - Sesc Arsenal - Gratuito




PROGRAMAÇÃO DANÇA, MÚSICA E TEATRO

[TEATRO LAMBE LAMBE]
12 a 22/08 das 19h às 20h- Jardim - "Caixa do Agustino: Peixe Grande" - Grupo Teatro de Brinquedo (MT)
A margem do rio é o palco da crônica em que Agustino pesca peixes, crustáceos, ideias, sentimentos e desejos. Mas chega um momento em que o que é do rio, ao rio tem que voltar.


[MÚSICA]
12/08 às 20h - Jardim - “Inoromô” – Grupo Afrôs (MA)
O show faz um passeio à música brasileira ancestral indígena e africana através de  composições autorais. A mulher cabocla de “Deusa de Chamató” e” Maguinha  Cajuína” de hoje e de outrora se conectam às mulheres  ancestrais Oxum, Yemanjá, Iansã e às mulheres da mata, do  solo indígena. 

   Livre para todos os públicos




[TEATRO]
13/08 às 20h - Teatro - “O Curupira: Um Ser Inesquecível" - Grupo Desclassificáveis (AP)
O espetáculo é uma livre adaptação do texto “Quem Matou O Curupira?” do dramaturgo amapaense Joca Monteiro, e fragmentos de textos literários de diversos autores amazônidas e relatos de narrativas populares. 

   Livre para todos os públicos




[DANÇA]
14/08 às 20h - Salão Social - “Tenho Flores nos Pés” – Comadança (MT)
Tenho flores nos pés traz a cena uma aldeia imaginária, um território de proteção que precisa ser deixado. Dois cortam a fronteira, e pulsam pelo novo, vontade de dizer, de participar, de encontrar...

   Não recomendado para menores de 12 anos




[MÚSICA]
15/08 às 20h - Teatro - “Luando” – Josué Costa (PI)
O espetáculo é um recital de violão popular brasileiro instrumental, baseado no CD Luando de Josué Costa. Com músicas autorais, serão apresentados baiões, valsas, choros, sambas, baladas, composições com nível técnico e musical elevado, que traz os parâmetros da música brasileira desde o início do século XX.


   Livre para todos os públicos








[DANÇA]
16/08 às 20h - Teatro - “Origens” – Nóis da Casa (AC)
Tendo como fonte inspiradora para a montagem do espetáculo as obras do artista acreano Helio Melo (1926-2001) o grupo foi em busca de uma relação entre o modo de vida do homem da floresta e a dramaturgia na Dança.

   Livre para todos os públicos




[TEATRO]
17/08 às 19h - Jardim - “As Mulheres de Molière” – Cia. Visse e Versa de Ação Cênica (AC)
“As Mulheres de Molière” é um roteiro inspirado em três obras do renomado dramaturgo francês do século XVII, Jean Baptiste Poquelin, o Molière.

   Livre para todos os públicos




[MÚSICA]
17/08 às 20h - Teatro -  Vivo na Floresta” – Grupo Imbaúba (AM)
Show acústico instrumental e vocal abordando músicas compostas a partir dos sons da natureza, traduzindo o universo sonoro da Amazônia. Trata-se de um trabalho autoral que mescla instrumentos convencionais com instrumentos de criação do grupo, principalmente os de percussão. 

   Livre para todos os públicos




[MÚSICA]
20/08 às 20h - Teatro- "Carimbó Eletro Seco" - Ben Charles e Los The Os (RR)
As músicas falam da cultura amazônica com letras inspiradas nos costumes etno culturais e na urgência das causas ambientais envolvidas com ritmos caribenhos, amazônicos e principalmente pelos solos originais e tocantes da sua guitarra lembrando os mestres das guitarras do Pará.

   Livre para todos os públicos



[DANÇA]
21/08 às 20h - Jardim - “A Onda Encantada” – Tati Benone e Yash Luna (PA)
O espetáculo constrói uma cena interdisciplinar dos modos de representação, como teatro, circo, dança e música ao vivo, criando um universo artístico no qual a diversidade predomina e cria um diálogo com o público por meio de movimentos que oscilam entre situações dramáticas e virtuosas.

   Livre para todos os públicos




[MÚSICA]
22/08 às 20h - Jardim - “No Quintal” – Bado (RO)
O show mistura o universo das canções no ritmo da prosa e poesia numa trilha sonora que habita os tons  sob a luz dos instrumentos ecoando os mistérios contidos no quintal da Amazônia.

   Livre para todos os públicos




PROGRAMAÇÃO CINEMA

Pela primeira vez a 7ª arte integra a programação do projeto Amazônia das Artes, e apresenta obras produzidas em 5 Estados que compõe a Amazônia Legal.

Abertura: Palestra "Obras da Amazônia Legal", com Maurício Rodrigues

13/08 às 19h30
Muragens, crônicas de um muro (Andrei Miralha, ani., Pará, 2009, 12min)
Muragens –Crônicas de um Muro faz uma intereferência ficcional num recorte urbano real, o entorno do muro dos fundos do cemitério da Soledade, em Belém do Pará. Apresentando situações diversas, pequenas narrativas – crônicas – nas quais o devaneio, o Non Sense, o caráter fictício da animação marcam a contação delas.

Awara Nane Putane, uma história do cipó (Sérgio Carvalho, ani., Acre, 2012, 23 min.)
Curta-metragem que conta o mito de origem do uso tradicional da ayahuasca, na versão da etnia yawanawa, que vive no coração da floresta amazônica, nas margens do Rio Gregório, no Acre. O curta é todo falado em idioma yawanawa, povo que pertence ao tronco linguístico Pano.
*Após a sessão será servido um delicioso coquetel

   Não recomendado para menores de 14 anos



14/08 às 19h30 - 10 anos
Bizarrus (Simone Norberto, doc., Rondônia, 2010, 32 min.)
O documentário apresenta o caminho da ressocialização  de detentos através do espetáculo  Bizarrus, demonstrando que ao longo de 10 anos é possível, por meio da arte, transformar detentos do presídio Ênio Pinheiro, em cidadãos plenos. 

Atar de Pedra Canga (João Luiz Neiva, doc., Tocantins, 2009, 19 min.)
A saga dos construtores da Catedral de Nossa Senhora das Mercês, na cidade de Porto Nacional (TO) e do principal artífice dessa ousadia, frei Bartholomeu Meirinho,  mentor de todo o projeto  que consumiu esforço e dedicação da comunidade portuenese e da congregação dominicana na tarefa de erguer essa magnífica obra.

   Não recomendado para menores de 10 anos



15/08 às 19h30
Matinta (Fernando Segtowick, ficção, Pará, 2010, 20 min.)
"Quem é daqui do mato, tem que ter muito cuidado com o encantado, quem quer ter paz na vida não se mete com Matinta, mesmo na morte, a bicha é traiçoeira, se responder o chamado dela, não tem reza que dê jeito, vai ficar com fardo de virar  Matinta.»

O Último Lançamento (Alex Pizano, ficção, Roraima, 2012, 8 min.)
Ex-integrante de uma rede mafiosa, prestes a ser executado, reflete sobre sua vida e as escolhas que moldaram toda a sua trajetória até o dramático momento em que ele se encontra.

   Não recomendado para menores de 14 anos



16/08 às 19h30
Manoel Chiquitano Brasileiro (Glória Albuez e Aluízio Azevedo, doc., Mato Grosso, 2013, 25 min.)
A luta de um chiquitano em busca de sua identidade nacional e a luta coletiva do povo Chiquitano que atravessa um conflito de identidade étnica, em meio a pressões políticas e econômicas que sofre dos grandes fazendeiros e pecuaristas na fronteira Brasil-Bolívia

Nó de Rosas (Glória Albuez, ficção, Mato Grosso, 2007, 15 min.)
Rosa, Rosália e Rosário, três gerações de mulheres unidas pela dor. Rosa, nascida na fronteira entre Brasil e Bolívia, é filha de pai brasileiro e mãe boliviana. A trágica morte da mãe Rosália termina interferindo em sua sexualidade. Por meio de uma viagem Rosa reconhece sua ancestralidade feminina na figura da avó Rosário e descobre a plenitude do prazer.
Após a sessão será aberto um bate-papo com a diretora Glória Albuez.

   Não recomendado para menores de 18 anos